quarta-feira, 3 de abril de 2013

Postmodernitate


Este tempo que eu sinto não é o tempo que vejo.
O primeiro, vinho tinto; o segundo é um bocejo.
A terra não parece girar como nos conta Galileu;
é o sol quem fica a rodar em volta deste nosso eu.

Que importa a pirâmide que um faraó construiu,
se qualquer besta a mede com sujo papel de funil?
Um hino eu quero ouvir antes que diga o cientista
que o vir de Darwin é ir: que o símio é o futurista.

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