quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Het Fortunatus

A liberdade de estirar-se sobre a terra,
Como uma folha de carvalho emudecida
Pelas sombras dos ramos altos e verdes.

Dayher Giménez
Eu sou, de sangue visigodo,
Fiel à minha terra
Serei até a morte.
Um camponês de torre-forte
Eu sou, livre e sem medo.
O pavilhão da Liberdade
Eu sempre honrei.

A liberdade de derrotar o pó da terra,
Como uma montanha recém-nascida
Sobre o azul imenso do oceano celeste.  

Meu escudo e minha confiança,
Sois vós, oh Deus meu Senhor,
Em vós eu me sustenho.
Nunca me deixes. 
Concede-me coragem sempre,
Sempre a vosso serviço.
E derrota a tirania
que me fere o coração. 

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